A crença em algum tipo de “Paraíso”, acalenta os
sonhos e esperanças de infinitos trilhões de
seres humanos, desde o alvorecer da humanidade.

Uns acreditam que, para alcançá-lo, terão que pavilhar seu caminho com os corpos, de seus inimigos, abatidos em combate. Outros esperam que, através da prática da caridade, do pagamento do dízimo e da participação em ritos e práticas religiosas, garantirão seu lugar no Paraíso.

Os cristãos vivem sob a crença de que, todos os seus erros, deslizes e “pecados”, são causados pela influência maléfica dos demônios ou de entidades demoníacas, sob o comando do poderoso Satã e sua legião de malfeitores. Porém, esperam que através da obediência aos dogmas, que compõem os cânones da santa amada igreja e do cumprimento dos ritos canônicos, após a morte, irão para o paraíso e habitarão a morada do Pai Celestial, ao lado de Jesus, seu filho mais amado e Cordeiro de Deus, que morreu na cruz para nos salvar.

Os Jardins da Morada Celestial

“O maior feito do diabo foi fazer com que
todos acreditassem que ele não existe.”

Os povos antigos, em sua grande maioria politeístas, mantinham um calendário anual pontilhado de festivais, rituais e celebrações visando homenagear e, muitas vezes, apaziguar a ira de inúmeras divindades maiores e menores.
Para os nórdicos, Vallhala, do nórdico antigo Valhöll, que significa "Salão dos Mortos", era um majestoso e imenso salão, situado em Asgard, para onde eram levados, pelas Valquírias, os bravos guerreiros que morriam em combate e eram escolhidos pelo Deus Odin. Aqueles que não eram escolhidos por Odin, eram levados para os campos Fólkvangr, da deusa Freyja.

Vallhala  (O Salão dos Mortos)

O Deus Odin

A  Deusa Freyja

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